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terça-feira, 11 de março de 2014

Apaixonar não é amar!

Entenda, “colega” não é “amigo”, “achar bonito” não é “gostar”, ser “apaixonado” não é “amar”, “melhores amigos” não são “namorados”, “contar seus problemas” não é “drama”!
No deserto de sonhos murchos e coração ferido.. Se você se sente atado em seu próprio deserto espiritual, não fique surpreso se Deus disser: “Por que você não atira ao chão a vara das suas últimas forças e entrega tudo a mim? Afinal, você não pode fazer isso por si mesmo, então o que tem a perder? Ouse confiar em MIM..

As vezes parece que Deus se esconde justamente com o intuito de ser achado!


sábado, 1 de março de 2014

Graça



Sei que esse assunto é batido. Existe muita gente atualmente falando sobre graça, mas poucos falando da graça proveniente da Cruz de Cristo. Basicamente, percebo três tipos de graça sendo pregada: A graça sem ser de graça, a graça que não tem graça e a graça que é de graça.

A graça sem ser de graça é aquela que precisa passar pelo campo da meritocracia, ou seja, para que a graça opere em nós é necessário conquistarmos a admiração de Deus, comovê-lo em favor das nossas ações e convencê-lo por meio de comportamento para merecermos possui-la. O foco central desse tipo de graça é a ação humana em favor de si e a suposta aceitação condicional de Deus.
O método mais pregado e mais em prática é pelo esforço braçal desempenhado. Ou seja, para esse tipo teológico, a graça é sim uma coisa plena e completa que salva e restaura, mas tem seu preço: O alinhamento moral e ético como exclusivo meio para obtenção da salvação. Basicamente, sustenta a afirmação de que Deus só sustenta e cerca com bênçãos aqueles que  fazem por merecer devido a conduta. Normalmente, as comunidades que pregam essa graça usam frases cheias de conjunções do tipo: “Jesus nos salvou na cruz, MAS…”, “Você já é salvo, ENTRETANTO…”, “Deus é amor, PORÉM…”. Essas  asserções, subestimam o poder salvador da cruz e ignoram a salvação gratuita da morte de Jesus que substituiu o pecado. Estão sempre dizendo: “Façam tal coisa e Deus lhes dá outra.” Estampam que a Cruz não serviu de nada. Essa é a ideia central dos adeptos a graça sem ser de graça.

 A graça que não tem graça é oposta a acima, é aquela que gera um descanso improdutivo, cai na correnteza do comodismo, nas garras da ociosidade. É a vida que não tem dinâmica. É o cristão telespectador do mundo.
Certa vez ouvi um pregador famoso na internet dizer que “Jesus nos proíbe de fazer pedido durante qualquer oração, pois devemos viver pela graça”. Isso além de ser uma incoerência bíblica é também uma apologia à “vagabundagem espiritual”. Sugere o tempo todo uma graça irresponsável, que não precisa se comprometer com o evangelho e chega até a levantar a bandeira do universalismo, ou seja, que todos os caminhos, independentemente de qualquer doutrina e religião levam a Deus. É uma ideia equivocada de que o inferno está vazio. Essa graça é uma graça mentirosa, pois nos sugere que para que Deus habite em nós não precisamos nos afastar das injustiças, das armadilhas de si mesmo, da falta de amor ao próximo e que Deus se nega a punir aqueles que não aceitam a nova vida que ele propõe. É a diminuição dos  efeitos tenebrosos do pecado em oposição da prerrogativa do amor infinito de Deus. É a representação de um Deus que não tem controle do mundo. Deus é caracterizado como aquele pai que negligencia a sua ira e disciplina com o perdão ao filho a titulo do amor. Isso também é uma graça mentirosa! É verdade que Deus se esquece das nossas transgressões, mas isso não alivia a nossas consequências. Deus não é um varredor de problemas para debaixo do tapete.

Contudo, A graça que é de graça provém principalmente da ideia de Metanóia - palavra grega que significa “mudança de mente” – e nos sugere um ligamento eterno com Deus aqui agora e no porvir. Uma graça que nos coloca no chão e nos faz depender de Deus para sobreviver, sem querer “atuar para ser”, sem colocar a salvação como conquista, mas entender que a GRAÇA - que não custou nada, a nós pelo menos - já está conosco, e que não precisamos mais desempenhar um papel religioso, ético, moral, para que ela seja verdade em nós. É entender os limites de quem somos para que Deus assuma a direção da nossa vida. É desligar se de si e dos seus desejos para viver o dia após dia com o sopro da direção Dele. É não esperar a provisão dele para começar a percebê-lo. É não depender do milagre para crer. É a graça que nos resgata da ideia satânica de que eu posso conhecer Deus e ser como ele.  É se render a dependência Dele de forma integral.

A graça que é de graça é um descanso eterno. Não se preocupar com o que haverá de comer, não acumula, não se conquista, não se merece, não precisa de complemento, mas é a vida de Deus em nós de forma imediata, de forma que nos faz querer ser pessoas novas, que não aceita desculpas como: falta de tempo, de dinheiro, de condições, mas que acredita na morte diária para nós mesmo e na vida pela crescente pela fé Nele. A graça que é de graça não custa, não dói, não precisa de sacrifício, não esbarra em lei, não se compra,não é pesada, não se vende, não está em nenhuma instituição, nem com nenhuma pessoa,ainda que essa desenvolva uma papel de líder, não é garantia de sucesso, não se acaba, não engana, não mata, mas traz vida.

A graça que é de graça nasceu no coração de Deus e se fez e faz realidade na Cruz todos os dias, todos os minutos. E você? vai continuar querendo a graça por mérito ou vai reconhecer a sua inutilidade e aceitar a soberania de Deus em você? Pegue, é de graça.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Quem é Jesus?




Jesus: “muito falado, pouco conhecido"!
Vi em uma placa de igreja e me fez refletir que as vezes passamos anos dizendo: eu conheço Jesus, Jesus é amor, Jesus cura, Ele tem todo o poder...
Mas será que realmente O conhecemos de verdade, no seu íntimo? Será que O buscamos incessantemente até escutar a sua doce voz? Ou só ouvimos falar dEle e repetimos o que ouvimos? Temos que querer sempre mais e quando pensarmos que já sabemos o bastante sobre Ele, é necessário pedir ao Senhor mais vontade de conhecê-Lo, pois Deus é ilimitado.
Todos os dias temos que procurar algo novo em Cristo. Assim não enfraquecemos na fé. Pois se você procurar o que você já sabe dEle O esquecerá, duvidará do seu grande poder, e desviará os seus pés do caminho que leva à vida.
Se procurar novidades em Cristo nunca perderá a essência e o primeiro amor que Ele nos concede.
Deus te abençoe.

Tudo tem um preço



Só recebe quem busca, só encontra quem procura e a porta só abre pra quem bate,
Então não adianta ficar apenas falando que quer mais de Deus se não fizer nada para receber mais de Deus!
Não adianta querer ser abençoado se não orar pedindo a bênção de Deus pra sua vida.
Não adianta dizer que quer conhecer mais de Deus se não lê a bíblia e nem fala com Ele.
Não adianta querer ser batizado com o Espírito Santo ou receber os dons espirituais e não buscar.
Não adianta querer viver o sobrenatural se não há uma vida de entrega a Ele.
Não adianta querer ir pro céu se não viver em santidade e firmado e Cristo!

sábado, 28 de dezembro de 2013

Segredo

Postado Por Claudia Fernanda



















Segredo; mysterion: Jesus explicou o mistério do Reino de Deus por meio de parábolas para que o povo pudesse entender o que ele estava dizendo. A palavra grega vem de myeo ''iniciar nos mistérios''; logo, é um segredo conhecido apenas pelos iniciados, algo escondido que requer revelação especial. No Novo Testamento, a palavra denota algo que as pessoas jamais poderiam saber por seu próprio conhecimento e que exige uma revelação de Deus. Os pensamentos, dispensações e planos secretos de Deus continuam escondidos da humanidade não-regenerada, mas são revelados a todos os crentes. Mysterion, no grego não-bíblico, é o conhecimento restrito, escondido ou silenciado. No grego bíblico, é a verdade revelada (veja; ''O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos.'' colossenses 1.26). O segredo de Deus é revelado na vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

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